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Usabilidade

Conjunto de critérios aplicáveis na avaliação do comportamento de usuários na busca de informações em um sistema de informações.

[…] o acesso às informações deve ser eficiente e deve requerer um mínimo de tempo e esforço dos usuários finais. O sistema de informações deve ser projetado de tal forma que os erros sejam minimizados e próximos de zero. O uso do sistema deve requerer pouco ou nenhum treinamento oferecendo interface intuitiva, permitindo a auto-aprendizagem.

[…] A interface deve ser satisfatória para o usuário e o seu uso deve ser prazeroso, isto deve resultar em uma percepção
favorável do sistema, pelo seu usuário (DIAS, 2002).

Fonte: Cesgranrio – Petrobras – 2010

ICOX

O software livre que funciona como um gerenciador de inteligência coletiva desenvolvido inicialmente em linguagem PHP e utiliza o banco de dados My SQL.

Saiba mais:

ICOX é um software de gerenciamento de Inteligência coletiva desenvolvido de forma colaborativa, tendo a coordenação do Instituto de Inteligência Coletiva – ICO.

Origem do nome

A palavra ICOX vem de Inteligência Coletiva e o “X” vem da terminação do Linux, o que caracteriza para os desenvolvedores o “X” de livre.

Conceitos

O ICOX é baseado no conceito de muitos para muitos, e da Web 2.0, no qual os os usuários criam livremente o conteúdo, através de blogs, chats, comunidades, enquetes, entre outras ferramentas.

O ICOX é instalado em servidores e serve como ferramenta para a criação de Rede de relacionamento.

Ele agrupa, em um só ambiente, ferramentas que facilitam e estimulam o compartilhamento de idéias individuais e coletivas, através da troca de textos, imagens, sons.

O ICOX pretende apoiar profissionais de informação, comunicação, educação, tecnologia e conhecimento na implantação de projetos para o desenvolvimento do conhecimento em rede em instituições públicas e privadas.

O produto é coordenado pelo Instituto de Inteligência Coletiva – ICO [5], um projeto surgido nas discussões e aulas do MBKM – MBA de Gestão de Conhecimento do CRIE [6]– Centro de Referência em Inteligência Empresarial, vinculado à Coppe/UFRJ. O ICOX é desenvolvido pela Pontonet [7] Consultoria em Internet com o apoio da Fundação Carlos Chagas de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro FAPERJ e Financiadora de Estudos e Projetos Finep, através do Programa Rio Inovação.

Recebeu, também, o apoio financeiro da Infoglobo e conta ainda com o suporte tecnológico e institucional da Socid.

O ICOX já nasceu acessível para portadores de deficiência visual e com acesso para equipamentos móveis (palms e celulares).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/ICOX

Eficácia/ Eficiência/ Efetividade (base de dados)

Eficácia: A mensuração do grau com que os objetivos delineados no projeto de uma base de dados foram atingidos;

Eficiência: a relação entre os recursos aplicados para seu desenvolvimento e os benefícios alcançados;

Efetividade: a capacidade da base gerada de atender às reais demandas sociais

Fonte: Cesgranrio – Petrobras – 2010 – Q38

Softwares de Biblioteconomia

Fonte: http://glima.eci.ufmg.br/guiasoftware/pages/biblioteca.php

Cesgranrio – Petrobras/ 2012 – Biblioteca Digital

Reposta correta (D)

O significado da letra (D) é o único que não concorda com o de bibliotecas digitais. Vale a pena então estudar as outras letras, pois seus conceitos podem ser cobrados novamente.

(B) “A partir do pensamento de autores contemporâneos destaca-se do conceito de biblioteca digital a afirmação de: […] a biblioteca digital parece estar se firmando como um conjunto de artefatos, conhecimento, práticas e uma comunidade que engendra compromissos realísticos assumidos por profissionais da informação, analistas de sistemas e usuários…” (ALVARENGA. In: NAVES; KURAMOTO, 2006, p. 77).

 

Cesgranrio – Petrobras/ 2012 – Biblioteca Digital

 

Resposta correta (D)

Sem sombra de dúvidas que a resposta é a alternativa D. Quem leu o livro “A biblioteca digital” de Tammaro e Salarelli sabe a resposta! Está inclusive na página 319 em uma tabela intitulada “Taxonomia dos modelos de avaliação da biblioteca digital”.

Contribuiu: Jacinha

Fonte consultada:
Tammaro, Ana Maria; Salarelli, Alberto. A biblioteca digital. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2008.

CESPE – STJ/2004 – Biblioteca virtual (atendimento ao usuário)

148 – Certo= De acordo com Drabenstott e Burman (1997):

“Diante de mudança de paradigmas e no sentido de emprestar maior relevância ao papel da biblioteca, necessário se faz formular políticas que visem à cooperação para tornar o acesso cada vez mais aberto e levado aos locais mais longínquos, tendo como base o uso de novas tecnologias sob comando de componentes humanos. Neste novo paradigma, já desde 86 apontava-se a biblioteca crescendo em relevância e em comportamento informacional, para mudar seu foco nas seguintes direções:

– não centrar-se em si mesma como uma instituição, mas como provedora da informação, contando com elementos habilitados na forma de especialistas de informação e que possam atuar em qualquer ambiente ligado à informação;

– usar novas tecnologias de informática não para apenas automatizar atividades bibliotecárias, dentro de quatro paredes, mas fazendo uso delas para o aumento de acesso à informação;

– tornar a rede local de bibliotecas em rede de áreas para todos os tipos de fontes provedoras de informação”.

149 – Errado= “Textos de indexação (de hierárquicos a hipertextuais) que, segundo Levy apud Levacov (1997), é visto como uma alternativa não apenas técnico evolutiva de tratamento da informação mas, também, como um reencontro com formas mais naturais (associativas) de produzir conhecimento” (VILARINO, 2003, p. 18).

150 – Errado – De acordo com o Grupo de Trabalho sobre Bibliotecas Virtuais do Comitê Gestor da Internet-Brasil (1997), “Uma prioridade seria conectar as bibliotecas brasileiras à Internet e aperfeiçoar a capacitação de profissionais da informação, com o intuito de atualizar os conhecimentos nesta área e modernizar os mecanismos de editoração e disseminação da informação, bem como preservar a memória nacional”.

DRABENSTOTT, K.M.; BURMAN, C. M. Revisão analítica da biblioteca do futuro. Ci. Inf., v. 26, n. 2, Brasilia, Mai/Aug. 1997.. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000200012>. Acesso em: 28 fev. 2012.

VILARINO, E. G. Surgimento, implantação e gestão de bibliotecas virtuais: uma revisão de literatura. Perspect. cienc. inf., Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p. 12-27, jan./jun. 2003. Disponível em: <http://www.brapci.ufpr.br/download.php?dd0=12899&gt;. Acesso em: 28 fev. 2012.

GRUPO DE TRABALHO SOBRE BIBLIOTECAS VIRTUAIS DO COMITÊ GESTOR DA INTERNET-BRASIL. Orientações estratégicas para a implementação de bibliotecas virtuais no Brasil. Ci. Inf., v. 26, n. 2, Brasília, Mai./Ago. 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651997000200011&script=sci_arttext>. Acesso em: 28 fv. 2012.

Contribuiu: F.M.

CESPE – STJ/2004 – Sistemas (Tecnologias – Tribunal)

141 – Correto=

142 – Errado= O erro da questão está em afirmar que a adoção ampla de novas e potencialmente revolucionárias tecnologias pode ser, inicialmente, “fácil” de defender e justificar. A palavra “mas” mostra contradição com o conjunto do  texto.

Fonte:

MARCHIORI, P. Z. “Ciberteca” ou biblioteca virtual: uma perspectiva de gerenciamento de recursos de informação.Ci. Inf., v. 26, n. 2, Brasilia, Mai/Ago. 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651997000200002&script=sci_arttext>. Acesso em: 29 fev. 2012.

143 – Errado= O Bulletin Board for Libraries é um tipo de catálogo de fontes disponíveis na Internet. O legal é que os assuntos são organizados pela CDD e está disponível em: <http://bubl.ac.uk/>. Acesso em: 29 fev. 2012. Não vimos nenhum tipo de restrição de acesso. 

144 – Errado=

CESPE – STJ/2004 – Base de dados

128 – Correto= Rowley afirma na página 125 que: “Uma base de dados é uma coleção geral e integrada de dados junto com a descrição deles, gerenciada de forma a atender a diferentes necessidades de seus usuários”, na página 107 que “Arquivo é uma coleção de registros similares, com relações definidas entre si. Um sistema de base de dados pode compreender vários arquivos interligados.” Alguém sabe/conhece outra fonte que confirme a questão?
129 – Correto= igual ao citado pela autora na página 107.
130 – Errado= Segundo Rowley: “As base de dados de fontes contêm os dados originais e constituem um tipo de documento eletrônico.”
131 – Errado= “Base de dados referenciais, que referenciam informações ou dados, como nomes e endereços de instituições, e outros dados típicos de cadastros”. O DIALOG foi o primeiro sistema de recuperação de informações usado globalmente, pertence desde 2008 à empresa ProQuest. Atualmente conta com 900 bases de dados abrangendo artigos técnicos, notícias, conferências e a maior coleção de bases de patentes (dados da empresa).
132 – Errado= O MARC (Machine Readable Cataloging) e o CCF (Common Communication Format) são ferramentas para comunicação de dados bibliográficos entre máquinas (a grosso modo), eles constituem a implementação da norma ISO 2709*.
* “A norma ISO 2709 – Documentation Format for Bibliographic Interchange on Magnetic Tape foi desenvolvida pelo Comitê Técnico ISO/TC 46, Informação e Documentação, Subcomitê SC 4, Aplicativos de computador na informação e documentação, da International Organization for Standardization (ISO). Esta norma especifica os requisitos para o formato de intercâmbio de registros bibliográficos que descrevem todas as formas de documentos sujeitos à descrição bibliográfica. Não define a extensão do conteúdo de documentos individuais e nem designa significado algum para os parágrafos, indicadores ou identificadores, sendo essas especificações as funções dos formatos de implementação. A ISO se preocupa em apresentar uma estrutura generalizada, ou seja, um arcabouço projetado especialmente para a comunicação entre sistemas de processamento de dados, e não para uso como formato de processamento dentro dos sistemas.”

Fontes:
CORTE, Adelaide Ramos; ALMEIDA, Iêda Muniz de; PELLEGRINI, Ana Emília et al. Automação de bibliotecas e centros de documentação: o processo de avaliação e seleção de softwares. Ci. Inf., v.28, n.3, p.241-256, set./dez. 1999.
PROQUEST LLC. Dialog. Disponível em: <www.dialogbr.com.br/>. Acesso em: 01 mar. 2012.
ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2002.

Contribuiu: L.C.

CESPE – STJ/2004 – Noções de Informática para bibliotecas

58 – Correto= Rowley (1994, p. 04-05)

59 – Correto= Rowley (1994, p. 06)

60 – Errado= “Os dispositivos de entrada e saída, junto com a memória auxiliar, são conhecidos como periféricos.” (ROWLEY, 1994, p. 10)
61 – Errado= Estas são as funções dos dispositivos de entrada.

62 – Errado= Estas são funções da memória principal. A memória secundária ou auxiliar “mantém um registro permanente de dados e programas; mantém armazenados o programa e os dados que estejam sendo processados, se a memória principal não comportar; funciona como um dispositivo de entrada/saída quando esta estiver em formato legível por computador.”

63 – Errado= O erro está no “provisórios”, os dispositivos externos de armazenamento são meios permanentes de armazenamento.

Fonte: ROWLEY, J. Informática para bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1994.

Contribuiu: L.C.

Vunesp – 2011 – UNESP – Base de Dados

Opção correta D

A= errado, o portal de periódicos da CAPES não engloba o processo de editoração

B= errado, o próprio nome já diz “catálogo” não tem a função de editoração

C= errado, SBRT é Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas, não cumpre funções de editoração de periódicos. Não conhece? Olhe aqui: http://sbrt.ibict.br/

D= correto

E= errado, esta pode gerar dúvidas, porque o SEER é realmente um sistema de editoração eletrônica de revistas, mas ele não oferece indicadores estatísticos de uso e impacto.

Contribuiu: L.C.

Vunesp – 2011 – UNESP – Digital Object Identifier (DOI)

Opção correta: (A)

De acordo com Burger e Caregnato (2009)*, “O DOI ® ( DOI http://www.doi.org/) é um sistema de identificação persistente de conteúdo de objetos acadêmicos no ambiente digital aos quais são atribuídos direitos de propriedade intelectual”.

*Disponível em: <http://www.periodicos.ufrgs.br/admin/sobrelinks/arquivos/DOI.pdf>. Acesso em: 13 fev. 2012.

Vunesp – 2011 – UNESP – Biblioteca digital

Opção correta (D)

De acordo com Clevaland (1998 apud ROSETTO, 2008), os princípios aplicados para a construção de uma biblioteca digital são:

1- Arquitetura técnica – as bibliotecas necessitam ampliar a arquitetura técnica existente; para acomodar materiais digitais.

2- Criação da coleção digital – a biblioteca, para criar uma biblioteca digital, necessita estabelecer uma coleção digital com uma massa crítica e ser de grande utilidade à comunidade;

3- Digitalização – a construção pode ser realizada por meio da digitalização de documentos, como coleções retrospectivas e também por intermédio da introdução de coleções de dados por meio de assinaturas e diretórios de links escolhidos;

4- Metadados – dados que descrevem o conteúdo e os atributos do objeto digital, que é a chave para a localização e a recuperação do recurso e/ou documento;

5- Identificação e persistência – o objeto digital tem que ter uma identificação única e persistente conforme padrões internacionais (URL, URN,DOI);

6 – Copyright/direitos autorais – conforme legislação internacional, os direitos de propriedade devem ser considerados quando da organização de bibliotecas digitais.

7- Preservação – importante aspecto a ser considerado para informação em meio digital, prevendo a deterioração tecnológica que deve ser controlada e também o local onde estará sendo armazenada.

Fonte: ROSETTO, M. Bibliotecas digitais: cenários e perspectivas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.4, n. 1, p. 101-130, jan./jun. 2008. Dispónível em: <http://febab.org.br/rbbd/index.php/rbbd/article/download/101/92>. Acesso em: 24 fev. 2012.

Contribuiu: Jaça