Data Warehouse

Ao se pensar em sistemas de gestão do conhecimento, nos quais é fundamental poder pesquisar, analisar e reprocessar dados e informações originados por sistemas diversos, com objetivos diferentes, a normatização das arquiteturas e a compatibilidade das linguagens de codificação e a interoperabilidade dos sistemas tornam-se objeto prioritário na pesquisa cooperativa e integrada em âmbito mundial (ROBREDO, 2005).

Fonte: Cesgranrio – Petrobras – 2010 – Q37

Softwares de Biblioteconomia

Fonte: http://glima.eci.ufmg.br/guiasoftware/pages/biblioteca.php

Formato MARC 21 (estrutura/ elementos e definições)

Líder:

  • tamanho fixo, aparece no início de cada registro e contém parâmetros para o processamento.
  • elementos principais, ocorrendo em todos os formatos de comunicação, implementados pelos diversos sistemas.

Campo de dados: tamanho variável, distingue o identificador do campo, os campos reservados e os campos bibliográficos.

Diretório: tamanho variável e indica a localização dos campos dentro do registro.

Separador de registros: caractere especial padronizado.

Fonte: Cesgranrio – Petrobras – 2010 – Q34

Há ou A?

Questão 4 – Cesgranrio – Bibliotecário Jr. – Petrobrás – 2012

De acordo com a ortografia da língua portuguesa, sabida e ensinada pelo professor do Texto II, a seguinte frase respeita “a linguagem / na superfície estrelada de letras” ([1] . 5-6):

(A) A última paralização ocorreu há cerca de dois anos.

(B) A última paralizassão ocorreu acerca de dois anos.

(C) A última paralização ocorreu a cerca de dois anos.

(D) A última paralisação ocorreu há cerca de dois anos.

(E) A última paralisação ocorreu a cerca de dois anos.

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Informação biográfica

A consulta a fontes de informação biográfica, no processo de catalogação em uma biblioteca especializada, é:

  • Necessária, pois ajuda na definição de dados para o catálogo de autoridades;
  • As obras de referência são importantes para uma biblioteca especializada, neste caso, a informação biográfica;
  • Para definir pontos de acesso para uma obra, uma obra de referência de informação bibliográfica é importante, mas não indispensável;
  • Necessária para estabelecer distinção entre autores homônimos.

Fonte: Cesgranrio – Biblioteca – 2010 – Q24

Informação (tipologia)

A informação tecnológica e a informação para negócios compõem a informação industrial, o insumo que possibilita ao setor produtivo do país melhorar a produtividade industrial e tomar decisões estratégicas. Nesse contexto, são exemplos de:

  • Informação tecnológica: catálogos de matérias-primas;
  • Informação para negócios: catálogo de empresas.

Fonte: Cesgranrio – Biblioteca – 2010 – Q23

Sistema de Recuperação da Informação (SRI)

Sistema de Recuperação da Informação:

  • é um sistema que trata da representação, armazenamento, organização e acesso aos itens de informação;
  • sistema que armazena e recupera informação, a qual pode estar em textos completos, documentos substitutos, (tais como resumos) ou referências bibliográficas. “Engloba os aspectos intelectuais da descrição de informações e suas especificidades para a busca, além de quaisquer sistemas, técnicas ou meios eletrônicos empregados para o desempenho da operação (ROWLEY, 1994, p. 47).

Modelo de SRI:

Fluxo de um SRISOL (conjunto das solicitações de busca): são as expressões de busca, e que podem ser representadas por um conjunto de termos combinados com operadores booleanos, ou simplesmente por um conjunto de termos.

DOCS: representam os documentos de uma coleção.

COMP: procedimento de avaliação de similaridade entre essas representações.

Taxonomia (Etapas para sua construção)

  1. Captura do conhecimento;
  2. Análise dos documentos;
  3. Elaboração da estrutura classificatória;
  4. Validação da proposta classificatória.

1. Captura do conhecimento:

A captura do conhecimento é uma etapa da elaboração da taxonomia em que o objetivo é o levantamento dos assuntos que deverão ser acomodados numa estrutura classificatória, servindo como ponto de acesso à informação.  O levantamento dos assuntos pode-se dar através de entrevistas com especialistas da área, de documentos existentes na instituição, de outros instrumentos classificatórios ou terminológicos.

No caso das entrevistas com especialistas é importante definir a metodologia utilizada para a explicitação do conhecimento tácito do especialista para um conhecimento explícito. Neste sentido, diversas técnicas têm sido empregadas, como por exemplo, a observação participativa, onde o observador (classificacionista) e o observado (especialista), a partir de um contexto apresentado (no caso, exemplos de propostas classificatórias existentes), expressam suas impressões através de discussões consolidadas posteriormente pelo observador, que transforma estas observações em novas propostas, que serão novamente discutidas até se chegar a um modelo adequado que atenda os propósitos da organização

2.Análise dos documentos:

As Taxonomias têm por finalidade servir de mapa navegacional para uma dada tipologia de documentos/informação, e necessitam de uma estrutura classificatória que expresse a natureza dos documentos agregados. Aqui cabe ressaltar, a diferença apresentada por Ranganthan em seu Prolegomena (1967) quanto aos princípios da classificação de documentos, entre Universo de Conhecimento e Universo de documentos. O que se pretende representar em taxonomias são os conhecimentos existentes e explicitados por aquela comunidade de especialistas, ou seja, analogamente o Universo de Documentos, e não um pseudoconhecimento que não expressa o contexto e as visões daquela comunidade.

Desta forma, as taxonomias agregam documentos, considerando documentos em sua acepção mais ampla, e estas informações/documentos devem encontrar hospitalidade no sistema. Isto
evidencia a diferença entre a construção de taxonomias tradicionais para representar o conhecimento de uma área e a construção de taxonomias para organizar e recuperar documentos.

 3. Elaboração da estrutura classificatória:

Primeiramente nesta etapa é importante definir a tipologia de taxonomia que será representada, de domínio ou voltada para representação de processos e tarefas gerenciais, como apresentada no item 2. A partir de então consideramos importante estabelecer os princípios utilizados na elaboração de estruturas classificatórias apresentados no item.

Além dessas etapas, a taxonomia é também fruto do modelo de representação adotado; assim,
definir a forma representacional e o software utilizado para esta representação é fundamental. Desta forma, é importante investigar formas gráficas de representação, porque em alguns casos estas formas “inibem” as possibilidades representacionais.
Cabe ressaltar que toda taxonomia é fruto de um processo representacional e classificatório e como todo processo desta natureza é um produto de uma construção que representa o estado e visão do conhecimento de seus elaboradores. Entretanto, consideramos fundamental explicitar os princípios pelos quais tais representações foram construídas, pois facilita a sua alimentação constante.

4. Validação da proposta classificatória:

A validação pelos especialistas tem, pelo menos, duas funções: uma delas é confirmar o trabalho realizado, a outra, transferir o conhecimento do processo de realização. Desta forma, consideramos imprescindível a validação em todas as etapas de definição da taxonomia, que vai dos estudos dos documentos/informações agregadas até a definição das formas gráficas de representação. Isto permitirá que possamos atingir critérios de comunicabilidade, estimulação e compatibilidade.

Fonte: http://www.enancib.ppgci.ufba.br/artigos/GT2–101.pdf

A Cesgranrio novamente utilizou este artigo para elaborar a questão. Vale muito a pena lê-lo!

Taxonomia

Importante aprender:

  • Tanto as taxonomias de domínio como as taxonomias para representação de processos e tarefas gerenciais têm seu recorte determinado pelas características da organização a que servem, bem como os propósitos do serviço;
  • As taxonomias como estruturas classificatórias representam os propósitos de organização intelectual de um dado contexto;
  • As taxonomias são diferentes, dependendo do tipo de organização e de informações que pretendem representar;
  • A taxonomia com princípio classificatório policotômico, independente da área de conhecimento ser disciplinar ou multidisciplinar, possibilita uma organização que representa classes de conceitos com um princípio de divisão (coisas e seus tipos, processos e seus tipos…), não priorizando nenhum dos aspectos, sendo os níveis subseqüentes uma simples especificação do primeiro […];
  • A taxonomia, como um mecanismo para a organização de dados e informações precisa ter um vocabulário-padrão agregado que permita a recuperação por meio de busca e também por navegação.

Fonte: A Cesgranrio utilizou este artigo para elaborar as questões (http://www.enancib.ppgci.ufba.br/artigos/GT2–101.pdf). Vale a pena dar uma olhada!

Métodos de avaliação de acervo (Idade do Acervo)

A formulação de uma política de desenvolvimento de coleções pressupõe a descrição do estado atual das coleções,
a partir de métodos de avaliação.

Idade do acervo:  que objetiva viabilizar o conhecimento da potencialidade útil do material bibliográfico acumulado.

Outros critérios de avaliação:

  • Distribuição percentual do acervo por área temática;
  • Proporcionalidade de livros, periódicos e outros materiais;
  • Quantidade de títulos e do volume de exemplares disponíveis;
  • Evolução da coleção, a partir da missão institucional.

Fonte: Petrobrás – Cesgranrio – 2010 – Q15

Aquisição

De acordo com o conceito firmado por Figueiredo (1998) e por Maciel e Mendonça (2006), a AQUISIÇÃO “é o processo que implementa as decisões tomadas no processo de seleção”. Vale também lembrar que as decisões evidenciam que cabe ao bibliotecário de aquisição:

  • localizar os itens identificados no processo de seleção, agregando-os às coleções por meio de comprapermuta ou doação (Fonte: Petrobras – Cesgranrio – 2010 – Q14). 

Avaliação comparativa

Avaliação comparativa: mensuração qualitativa e qualitativa do grau de qualidade do acervo, dos serviços e programas de uma biblioteca ou arquivo em relação ao nível de atendimento das necessidades dos usuários <=> desenvolvimento de coleção.

CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.

 

Encadeamento direto

Encadeamento direto:

  • nos sistemas especialistas, uma técnica de inferência que obriga o usuário a definir  todos os dados relevantes antes que o processamento seja iniciado;
  • modo de funcionamento de um dispositivo de inferência, que simula o raciocínio a partir dos fatos estabelecidos (dados) para chegar a uma conclusão.

CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.

 

Princípios da Classificação

Na elaboração de esquemas de classificação, os classificacionistas distribuem os assuntos em classes obedecendo ao princípio da SEQUÊNCIA ÚTIL (Petrobras – Cesgranrio – 2010 – Q13)

Sequência útil: ordenação dos itens num esquema de classificação, de modo a permitir a apresentação dos assuntos, nas estantes, em uma sequência que leve o usuário ao tema específico desejado;

Multidimensionalidade: justaposição de disciplinas, às vezes sem relação aparente entre elas, como música+matemática=geografia <=> interdisciplinariedade, pluridisciplinaridade, transdisciplinariedade. Na CDU é representada pelo símbolo / (barra);

Hospitalidade: nas notações, é a característica, ou particularidade, que permite especificar os termos (ou índices de classificação) acrescentados a um esquema de classificação <=> classes subordinadas, esquema de classificação, índice de classificação, notação flexível, sistema de classificação. Nos esquemas de classificação, a inserção de assuntos no lugar apropriado.

Flexibilidade: classificação flexível.

Fonte: CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.

Princípio da exclusividade mútua: Este princípio, proposto tanto por Ranganathan quanto pelo CRG, afirma que as facetas devem ser mutuamente exclusivas. Muito semelhante ao princípio de homogeneidade, mas de caráter mais limitante, esse princípio estabelece que, para assegurar essa exclusividade, as classes de um renque devem se derivar de seu universo imediato uma e somente uma característica. (Fonte: http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1851-17402004000200003)

Tipos de indexação

A extração de palavras e/ou expressões dos documentos é tarefa que os computadores executam de modo bastante
satisfatório. A extração automática apresenta nítida vantagem em relação à extração feita por seres humanos, pois
a maior parte da indexação realizada por seres humanos se constitui em indexação por ATRIBUIÇÃO (Fonte: Petrobrás – Cesgranrio – 2010 – Q11).

Indexação por atribuição é aquela que envolve a atribuição de termos a partir de uma fonte que não é o próprio documento. Esse tipo de indexação representa-se a substância da análise conceitual mediante o emprego de termos extraídos de um vocabulário controlado.

Indexação derivativa/ extração: palavras ou expressões que realmente ocorrem no documento são selecionadas para representar o seu conteúdo temático. Uma forma primitiva de indexação derivada é o UNITERMO, que emprega apenas termos formados por uma única palavra tirada do texto.

Indexação Seletiva: é a indexação que atribui ao documento uma quantidade de termos muito limitada, atribuindo apenas 5 termos a cada documento.

Indexação Exaustiva: é a indexação que, como o próprio nome já diz , é exaustiva, ou seja, o indexador poderá atribuir ao documento quantos termos ele achar necessário para representar o documento.

Indexação de Citação: é a indexação, chamada de acasalamento bibliográfico, que é quando o indexador indexa uma citação comum dois documentos ou mais. Este tipo de indexação mostra-se importante, quando um usuário faz uma busca por citação, ai ele irá recuperar todos os documentos que contenham tal citação.

Indexação Ponderada: é a indexação que , como o termo já define, atribui pesos aos termos, a fim de identificá-los como mais importantes em relação aos outros termos.

Fonte: http://http://dci.ccsa.ufpb.br/enebd/index.php/enebd/article/viewFile/12/16

 

 

Garantia bibliográfica

Garantia bibliográfica:

  • A adição de um cabeçalho de assunto em linguagem de indexação, com base na frequência de ocorrências, que representa o título ou o texto do documento indexado (Fonte: Prova Petrobras – Cesgranrio – 2010 – Questão 10);
  • 1) Termo cunhado em 1911, por Wyndham Hulme, bibliotecário britânico. É um dos “princípios básicos dos sistemas de classificação cujo enunciado indica que toda tabela de classificação ou toda estrutura  de conceitos deve estar respaldada por suas características, especificidade, os enfoques e terminologia com que é tratada a disciplina na documentação atual, antes que levem em conta os postulados teóricos. Deste modo, se estabeleceria uma coerência entre a disciplina tal como está desenvolvida nos documentos e o sistema de classificação correspondente. A garantia documental permite uma criteriosa seleção de conceitos a serem incluídos nas tabelas”.
  • 2) BIB/INDEX a adição de um cabeçalho de assunto numa linguagem de indexação, com base na frequência de ocorrências que representa o título ou o texto do documento indexado.

(Fonte: CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008)

Revisão por pares

Revisão por pares (peer review process, peer revision):

  • critério utilizado no processo editorial de uma revista para garantir a qualidade e a credibilidade dos artigos publicados, verificando as datas de  sua recepção e aprovação (Fonte: Prova Petrobrás Cesgranrio – 2010 – Questão 8);
  • procedimento destinado a assegurar a qualidade das contribuições enviadas a congressos, agências de fomento, periódico técnico-científicos e editoras, que consiste em submeter manuscritos de trabalhos ou propostas de projetos a especialistas ad hoc ou a um conselho editorial composto por pesquisadores de reconhecido prestígio (Fonte: CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, R. O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008)

 

Objetivos e funções do catálogo

O catálogo deve ser um instrumento efetivo e eficiente que permita ao utilizador (usuário):

4.1 Encontrar recursos bibliográficos numa coleção como resultado de uma pesquisa, utilizando atributos e relações entre recursos:

4.1.1 Para encontrar [localizar] um determinado recurso.

4.1.2 Para encontrar [localizar] conjuntos de recursos representando:

  • todos os recursos que pertencem à mesma obra;
  • todos os recursos que representam a mesma expressão;
  • todos os recursos que exemplificam a mesma manifestação;
  • todos os recursos associados a determinada pessoa, família ou colectividade (entidade);
  • todos os recursos sobre um determinado assunto;
  • todos os recursos definidos por outros critérios ( língua, lugar de publicação, data de publicação, tipo de conteúdo, tipo de suporte, etc.), normalmente como uma delimitação secundária de um
  • resultado de pesquisa.

4.2 Identificar um recurso bibliográfico ou agente (ou seja, confirmar que a entidade descrita corresponde à entidade procurada ou distinguir entre duas ou mais entidades com características similares);

4.3 Selecionar um recurso bibliográfico que seja apropriado às necessidades do utilizador (usuário), (ou seja, escolher um recurso que esteja de acordo com as necessidades do utilizador (usuário), no que diz respeito ao conteúdo, suporte, etc. ou rejeitar um recurso que seja inadequado às necessidades do utilizador (usuário);

4.4 Adquirir ou obter acesso a um item descrito (ou seja, fornecer informação que permitirá ao utilizador (usuário) adquirir um item por meio de compra, empréstimo, etc. ou aceder (acessar) eletronicamente a um item por meio de uma ligação em linha a uma fonte remota); ou acessar (aceder), adquirir ou obter dados bibliográficos ou de autoridade;

4.5 Navegar num catálogo ou para além dele (quer dizer, através da organização lógica dos dados bibliográficos e de autoridade e da apresentação de formas claras de se navegar, incluindo a apresentação de relações entre obras, expressões, manifestações, itens, pessoas, famílias, entidades (colectividades), conceitos, objetos, eventos e lugares).

Fonte: Declaração de Princípios Internacionais de Catalogação – 2009 –http://www.ifla.org/files/assets/cataloguing/icp/icp_2009-pt.pdf

 

Qualidades do catálogo

Facilidade de manuseio: significa, além da facilidade para se manuseado propriamente, ter boa sinalização – no caso de catálogos manuais, interna e externa; estar em local visível e acessível e apresentar instruções de uso.

Flexibilidade: permite inserção de representações de novos itens; exclusão de representações de itens descartados ou perdidos e mudanças nas representações, quando necessário.

Portabilidade: permite ser consultado fora da biblioteca ou à distância.

Compacidade: significa ocupar pouco espaço.

Fonte: Prova Petrobrás – Bibliotecário Jr. – Cesgranrio – Questão 7

MEY, E.S.A. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/ Livros, 1995

Qualidades importantes na elaboração/ construção de um catálogo

Atualidade: significa estar sempre atualizado, refletindo o acervo.

Economia na preparação/ manutenção: significa economia de recursos e de tempo.

Uniformidade: Permite a compreensão do código; em certas partes da catalogação, permite a reunião de itens com características comuns; na própria estruturação interna do catálogo, facilita seu manuseio pelo usuário.

Fonte: Prova Petrobrás – Bibliotecário Jr. – Cesgranrio – Questão 7

MEY, E.S.A. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/ Livros, 1995

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